O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO: A arte de pertencer sem depender, de servir sem esperar,

Jesus não disse que era uma religião. Disse que era o Caminho, a Verdade e a Vida. Ego sum via, veritas et vita.

EXISTE UM CANSAÇO QUE NÃO É DE FÉ, É DE ESTRUTURA

A arte de pertencer sem depender, de servir sem esperar e de viver sem temer, em um texto para quem ama a Igreja, conhece suas falhas humanas e decidiu não abandonar o Caminho.

Muita gente sai porque confundiu o Caminho com a estrada de pedra que outros construíram sobre ele.

Eu não abandono. Eu distingo.

Escrevi sobre essa distinção no artigo O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO, disponível aqui na íntegra, em PDF, para leitura e download.

QUATRO FRASES DO TEXTO PARA VOCÊ LEVAR

O peregrino não abandona a direção porque a estrada tem buracos. O agricultor sabe disso: ele nunca confunde a cerca com a lavoura.

Do lado de dentro da minha fronteira eu sou senhor. Do lado de fora, sou hóspede. Todo sofrimento nasce de querer governar aquilo que não nos foi dado governar.

A resignação é solidão dignificada. A confiança é relação. As mãos do Logos não acariciam ninguém. As mãos do Pai sim.

Recolher-se para servir melhor é oração. Recolher-se para não servir é deserção.

O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR NO ARTIGO

A diferença entre o Caminho e a instituição, e por que amar a Igreja não significa idolatrar as suas estruturas.

A dicotomia de Epicteto aplicada à vida real, aquela fronteira exata entre o que depende de mim e o que jamais dependeu.

A premeditação dos males de Marco Aurélio, que não é pessimismo, é a lucidez que se paga antecipadamente para não pagar depois o juro do desespero.

O ponto preciso onde os estoicos param e o Evangelho continua, porque o estoico entrega ao Logos impessoal e o cristão entrega a um Pai.

A cena diante de Pilatos, a renúncia à legião, e a ascese mais dura para quem já administrou, governou e conhece bem as ferramentas deste mundo.

A tríade fundante que chamo de aliança plena, formada por Deus, por mim mesmo e pela companheira de vida, que nenhum concílio decreta e nenhuma assembleia revoga.

E o garapuvu que planto e não verei adulto, porque a eternidade entra no tempo pela porta estreita da gratuidade.

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Leia devagar. Leia principalmente se você anda cansado de estrutura e com medo de que esse cansaço vire descrença.

O Reino não é deste mundo. Mas é aqui, neste mundo, com as mãos sujas de terra, que ele se anuncia.

O-MEU-REINO-NAO-E-DESTE-MUNDO-A-arte-de-pertencer-sem-depender-de-servir-sem-esperar-de-viver-sem-temer.pdf Clique para abrir ou baixar o PDF