VENDER NUNCA FOI SOBRE PRODUTO, SEMPRE FOI SOBRE GENTE
Antes de ser técnica, vender é um encontro. Quem atende bem planta confiança, e quem planta confiança colhe clientes fiéis muito além de qualquer crise.
OS TRÊS PILARES: ESTRATÉGIAS, AÇÕES E COMPORTAMENTOS
Uma empresa não se reconstrói aos pedaços, se reconstrói inteira, pela mente, pela ação e pelo coração.
A reconstrução do negócio pós crise se apoia em três pilares que caminham juntos. A estratégia exige responder com clareza o que quero vender, quem é meu cliente e o que realmente vendo. A ação significa usar a tecnologia a favor do negócio, criar ciclos constantes de contato e atuar de fato em vendas, não apenas em marketing. E o comportamento sustenta todos os demais, pois toda empresa é feita de pessoas que sentem e constituem a verdadeira essência do negócio. Inovar não é ser totalmente disruptivo, é olhar para as mesmas coisas de um jeito diferente.
A venda começa no olhar
O cliente compra, no fundo, a certeza de ter sido compreendido, e isso nenhum concorrente copia.
Antes de ser técnica, vender é um encontro. Quem atende lida todos os dias com pessoas que carregam desejos, urgências e um pouco de desconfiança diante de um mundo saturado de ofertas. O verdadeiro diferencial não está apenas no que se vende, mas em como se escuta. O cliente contemporâneo é mais sensível à forma como é tratado do que ao próprio produto. Não existe venda sem relacionamento, e quem planta confiança colhe resultados que se sustentam no tempo.
A linguagem que vende: ouvir, falar, interessar-se e agir
Vende mais quem fala menos e escuta mais, porque o motivo da venda mora no coração de quem compra.
Quatro pequenas técnicas ajudam a encontrar a velocidade certa no atendimento e a evitar a fala acelerada e ansiosa dos tempos de crise: ouvir com atenção e profundidade, falar devagar e apenas o necessário, interessar se genuinamente pelo assunto do outro e agir com calma e entusiasmo. Vende mais quem atende a quatro necessidades humanas profundas, o crescimento pessoal, a qualidade de vida, o desejo de relacionamentos e afeto, e a construção de um legado. Os motivos de uma venda nunca são apenas os do vendedor, mas sobretudo a motivação do próprio consumidor.
Governe a sua vida: do antes ao depois da crise
Não é hora de esperar pelo governo, é hora de governar a própria vida com força, fé e trabalho.
Pensar no antes, no durante e no depois de uma crise é, na prática, pensar sempre no agora. Nossa estratégia precisa ser vivida dia a dia, corpo a corpo, mente a mente, rede a rede. Dificilmente encontraremos, no pós crise, um cliente exatamente igual ao de antes, por isso é preciso agir rápido e ir para a rua. Todo apoio externo é bem vindo, mas nada substitui a nossa própria força, a nossa liderança e o nosso trabalho. A nossa postura diante da crise valida a postura de toda a nossa equipe e de toda a nossa família.
Eu convido você, com toda a sinceridade, a ler o artigo completo, NOVAS ESTRATÉGIAS DE VENDAS PÓS-CRISE: A ARTE DE VENDER É A ARTE DE SE RELACIONAR, disponível no PDF abaixo, e a assistir também a um de nossos vídeos, onde levo essa mesma mensagem com a força da palavra viva. Porque no fim, quem aprende a se relacionar nunca fica sem vender.