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O SERVIDOR PÚBLICO COMO SERVO DO BEM COMUM - MOTIVAÇÃO, LIDERANÇA E DIGNIDADE NO EXERCÍCIO DA FUNÇÃO PÚBLICA

"Quando servidor e cidadão agem com respeito e consciência, o atendimento deixa de ser confronto e se transforma em um verdadeiro portal de cidadania."

QUEM SERVE O ESTADO NÃO CARREGA UM CARGO, CARREGA UMA VOCAÇÃO DUAS FRASES PARA INSPIRAR QUEM SERVE

O servidor não é senhor do cidadão, é seu servidor. Nisso está toda a grandeza da função pública.

O poder conferido ao agente público é um mandato de serviço, nunca um privilégio de soberania.

O bem comum não mede sucesso em números privados, mede sucesso em vidas transformadas.

“A dignidade do cidadão começa do outro lado do balcão, no respeito de quem o atende.” No espírito do Artigo 37 da Constituição de 1988.


O BALCÃO NÃO É TRINCHEIRA, É PORTAL DE CIDADANIA

“O poder do Estado é confiado, não possuído. Servir ao cidadão é honrar essa confiança.” Inspirada em Maria Sylvia Zanella Di Pietro).

O encontro entre o servidor e o cidadão acontece em poucos metros quadrados, onde se cruzam o poder do Estado e a expectativa de quem espera atendimento. A lei protege o servidor do desacato porque, naquele instante, ele representa o próprio Estado. A mesma lei impede que essa proteção vire escudo para o descaso, o deboche ou a negligência. O equilíbrio entre essas garantias é, antes de tudo, uma questão de caráter. Quando o servidor compreende que sua autoridade é serviço, e quando o cidadão manifesta sua indignação sem cruzar a linha da ofensa, o balcão deixa de ser trincheira e se torna, de fato, um portal de cidadania.


EQUIPES FELIZES ENTREGAM RESULTADOS DE PROPÓSITO

“Administrar é servir. O bem comum é a única lei que jamais prescreve.” (Hely Lopes Meirelles).

Ninguém trabalha bem por muito tempo apenas pelo salário. Se o dinheiro bastasse, não existiriam servidores tristes e bem remunerados. O que move uma equipe pública a entregar resultados extraordinários é a certeza de que seu trabalho melhora a vida concreta das pessoas. Isso exige motivação racional, que não depende do humor do dia, e o reconhecimento das inteligências múltiplas dentro da equipe. Exige, sobretudo, liderança, entendida não como hierarquia imposta, mas como a capacidade de transformar servidores individuais em um verdadeiro time. Uma autoridade que se legitima sempre pelo serviço, e nunca pelo poder em si mesmo.


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